quarta-feira, 16 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
VOVÔ FINCA PÉ, LEÃO PRECISA REAGIR...
Há um enorme contraste nas campanhas realizadas pelos nossos times mais amados, Ceará e Fortaleza, no Brasileirão da Série B. O vovô a cada rodada de que participa consolida sua posição na tabela e sua condição de forte candidato a uma das vagas do G-4. O alvinegro começa a juntar “gordura”. Está a quatro pontos do quinto colocado, o São Caetano. A vitória de 2x0 no Maracanã pela 21° rodada contra o Vasco, convenceu o Sul e o Sudeste de que o alvinegro realmente tem potencial para ascender ao grupo de elite em 2010. Além disso, o triunfo alimentou a auto-estima e o moral da equipe. Psicologicamente, isto é um ponto muito positivo para o alvinegro, porém a comissão técnica e os atletas devem continuar adotando uma postura de humildade e respeito aos adversários e entrar em campo como se a cada jogo estivessem disputando um título, um troféu. O time é candidato, sim, mas a responsabilidade aumenta.
Os desportistas em geral do nosso estado e a torcida alvinegra estão ávidos pela subida do vovô. Aliás, uma das maiores torcidas do país (a do Ceará) não pode se privar por tanto tempo do direito de assistir a grandes partidas de seu time com grandes clubes brasileiros. Parece que “os deuses do planeta bola” estão simpáticos, este ano, ao esquadrão de Porangabuçu. Senão vejamos: vários fatores conjugados (os concorrentes diretos do Ceará a uma das vagas do G-4 quando têm oportunidade de ultrapassá-lo tropeçam. Isto já ocorreu algumas vezes; a união do grupo e da comissão técnica, o trabalho eficaz da diretoria e ,principalmente, sorte. Quando o time não joga bem, mesmo assim, consegue manter o resultado de pontuação. No último jogo no Castelão, contra o Bahia, foi dominado no segundo tempo, porém conseguiu segurar o placar de 2x1.) Convergem para que acreditemos que este ano, o Ceará conquiste um lugar no pódio (uma das vagas no G-4).
Já o Leão, apesar do empenho da diretoria em realizar contratações e manter a folha salarial dos atletas em dia continua com a juba caída e com o pé atolado na parte funda da tabela. A chegada do novo técnico não animou a equipe e o time coleciona derrotas a cada rodada . Com a chegada do novo técnico esperava-se que a equipe reagisse e voltasse a subir na tabela. O certo é que após a saída do técnico Giba foram três derrotas e apenas uma vitória. A única vitória conquistada pelo time depois da saída de Giba foi contra o Paraná. Mesmo assim a equipe foi preparada e escalada pelo preparador físico da equipe leonina.A rigor, pode-se dizer que o novo treinador comandou três vezes o time, amargando três derrotas. O mérito pela vitória contra o Paraná não lhe pertence totalmente. Embora esteja numa situação complicada, a possibilidade de “salvação”, atualmente, ainda é maior que em 2008.Naquela oportunidade,o Leão escapou do “fogo” da Terceirona apenas na última partida. Portanto, não é hora de profetizar rebaixamento, todos precisamos continuar acreditando na recuperação do time . Neste momento de dificuldade o apoio da torcida é decisivo. Ficar apenas apontando falhas e criticando levando em conta apenas o coração, não vai ajudar a tirar o time da areia movediça em que se encontra. Deve o time tricolor continuar trabalhando com disposição e otimismo, pois só assim conseguirá sair da parte funda da tabela. Que nossos times alcancem seus objetivos e que Deus os ajude.
Marcos Antonio Vasco Rodrigues- É professor de Língua Portuguesa,escreve artigos,crônicas e contos e participa Programa Espaço Esportivo Aos domingos de 14 às 16 horas pela ZYC 460 rádio Luar do sertão FM 104,9
Há um enorme contraste nas campanhas realizadas pelos nossos times mais amados, Ceará e Fortaleza, no Brasileirão da Série B. O vovô a cada rodada de que participa consolida sua posição na tabela e sua condição de forte candidato a uma das vagas do G-4. O alvinegro começa a juntar “gordura”. Está a quatro pontos do quinto colocado, o São Caetano. A vitória de 2x0 no Maracanã pela 21° rodada contra o Vasco, convenceu o Sul e o Sudeste de que o alvinegro realmente tem potencial para ascender ao grupo de elite em 2010. Além disso, o triunfo alimentou a auto-estima e o moral da equipe. Psicologicamente, isto é um ponto muito positivo para o alvinegro, porém a comissão técnica e os atletas devem continuar adotando uma postura de humildade e respeito aos adversários e entrar em campo como se a cada jogo estivessem disputando um título, um troféu. O time é candidato, sim, mas a responsabilidade aumenta.
Os desportistas em geral do nosso estado e a torcida alvinegra estão ávidos pela subida do vovô. Aliás, uma das maiores torcidas do país (a do Ceará) não pode se privar por tanto tempo do direito de assistir a grandes partidas de seu time com grandes clubes brasileiros. Parece que “os deuses do planeta bola” estão simpáticos, este ano, ao esquadrão de Porangabuçu. Senão vejamos: vários fatores conjugados (os concorrentes diretos do Ceará a uma das vagas do G-4 quando têm oportunidade de ultrapassá-lo tropeçam. Isto já ocorreu algumas vezes; a união do grupo e da comissão técnica, o trabalho eficaz da diretoria e ,principalmente, sorte. Quando o time não joga bem, mesmo assim, consegue manter o resultado de pontuação. No último jogo no Castelão, contra o Bahia, foi dominado no segundo tempo, porém conseguiu segurar o placar de 2x1.) Convergem para que acreditemos que este ano, o Ceará conquiste um lugar no pódio (uma das vagas no G-4).
Já o Leão, apesar do empenho da diretoria em realizar contratações e manter a folha salarial dos atletas em dia continua com a juba caída e com o pé atolado na parte funda da tabela. A chegada do novo técnico não animou a equipe e o time coleciona derrotas a cada rodada . Com a chegada do novo técnico esperava-se que a equipe reagisse e voltasse a subir na tabela. O certo é que após a saída do técnico Giba foram três derrotas e apenas uma vitória. A única vitória conquistada pelo time depois da saída de Giba foi contra o Paraná. Mesmo assim a equipe foi preparada e escalada pelo preparador físico da equipe leonina.A rigor, pode-se dizer que o novo treinador comandou três vezes o time, amargando três derrotas. O mérito pela vitória contra o Paraná não lhe pertence totalmente. Embora esteja numa situação complicada, a possibilidade de “salvação”, atualmente, ainda é maior que em 2008.Naquela oportunidade,o Leão escapou do “fogo” da Terceirona apenas na última partida. Portanto, não é hora de profetizar rebaixamento, todos precisamos continuar acreditando na recuperação do time . Neste momento de dificuldade o apoio da torcida é decisivo. Ficar apenas apontando falhas e criticando levando em conta apenas o coração, não vai ajudar a tirar o time da areia movediça em que se encontra. Deve o time tricolor continuar trabalhando com disposição e otimismo, pois só assim conseguirá sair da parte funda da tabela. Que nossos times alcancem seus objetivos e que Deus os ajude.
domingo, 30 de agosto de 2009
SOMBRAS DO MARACANAÇO
1950. Final da Copa do Mundo de Futebol entre Brasil x Uruguai. Havia um contraste na campanha dos dois times. A seleção canarinho chagara à final fazendo ótima campanha. O Uruguai houvera feito uma campanha tímida chegando à decisão como “franco atirador”, por isso a comemoração antecipada do titulo por parte dos brasileiros. Foi feito carnaval antes de o jogo começar, a imprensa, como sempre, levando em conta apenas as obviedades, já havia colocado as faixas de campeã na seleção, mas em campo uma amarga lição: Uruguai 2 x 1 Brasil. A modesta seleção celeste desbancou os favoritos e fez silenciar duzentas mil vozes no maior do mundo. A alegria virou tristeza, o carnaval virou silêncio e decepção. Eis aí, uma das razões que transforma o futebol num esporte apaixonante e mágico – a imprevisibilidade.
Guardando as proporções, o jogo entre Vasco x Ceará nesta sexta-feira, também, no Maracanã (que não é mais o maior do mundo) pela 21ª rodada do campeonato brasileiro da série B, lembra - embora vagamente - aquela partida ocorrida em Julho de 1950, chamada de maracanaço pela imprensa uruguaia.
O Ceará nunca houvera ganho uma partida oficial jogando no Maracanã, vinha de um tropeço em sua última partida diante do Juventude, no Castelão.
Do outro lado, um time motivado, jogando em casa, líder absoluto da Série B. Vinha de duas vitórias: 4 x 0 diante do Ipatinga, no mesmo Maracanã, onde sua torcida proporcionou o maior público das quatro séries do Brasileirão e uma vitória sobre o Brasiliense no Boca do Jacaré.
Mesmo não sendo nem a sombra do time vencendor dos anos oitenta, todas as condições e circunstâncias apontavam para uma óbvia vitória vascaína. O fato de o time cruzmaltino ser tetracampeão Brasileiro (1974, 1989, 1997 e 2000), campeão da Copa Libertadores (1998) e vinte vezes campeão carioca acaba, também, sendo um peso psicológico para seus adversários. Frente a tais situações, quem poderia imaginar um resultado que não fosse de triunfo para o Vasco?
Mas a exemplo de 1950, o imprevisível aconteceu: Vasco 0 x 2 Ceará. O “espírito” do Maracanaço incomodou desta vez, não a seleção, mas a torcida, a crônica carioca e o time vascaíno. O time do nordeste silenciou o maracanã , numa noite inesquecível para a torcida alvinegra, que pôde gritar com voracidade e justiça – O MARACANÃ É NOSSO.
Marcos Antonio Vasco Rodrigues
1950. Final da Copa do Mundo de Futebol entre Brasil x Uruguai. Havia um contraste na campanha dos dois times. A seleção canarinho chagara à final fazendo ótima campanha. O Uruguai houvera feito uma campanha tímida chegando à decisão como “franco atirador”, por isso a comemoração antecipada do titulo por parte dos brasileiros. Foi feito carnaval antes de o jogo começar, a imprensa, como sempre, levando em conta apenas as obviedades, já havia colocado as faixas de campeã na seleção, mas em campo uma amarga lição: Uruguai 2 x 1 Brasil. A modesta seleção celeste desbancou os favoritos e fez silenciar duzentas mil vozes no maior do mundo. A alegria virou tristeza, o carnaval virou silêncio e decepção. Eis aí, uma das razões que transforma o futebol num esporte apaixonante e mágico – a imprevisibilidade.
Guardando as proporções, o jogo entre Vasco x Ceará nesta sexta-feira, também, no Maracanã (que não é mais o maior do mundo) pela 21ª rodada do campeonato brasileiro da série B, lembra - embora vagamente - aquela partida ocorrida em Julho de 1950, chamada de maracanaço pela imprensa uruguaia.
O Ceará nunca houvera ganho uma partida oficial jogando no Maracanã, vinha de um tropeço em sua última partida diante do Juventude, no Castelão.
Do outro lado, um time motivado, jogando em casa, líder absoluto da Série B. Vinha de duas vitórias: 4 x 0 diante do Ipatinga, no mesmo Maracanã, onde sua torcida proporcionou o maior público das quatro séries do Brasileirão e uma vitória sobre o Brasiliense no Boca do Jacaré.
Mesmo não sendo nem a sombra do time vencendor dos anos oitenta, todas as condições e circunstâncias apontavam para uma óbvia vitória vascaína. O fato de o time cruzmaltino ser tetracampeão Brasileiro (1974, 1989, 1997 e 2000), campeão da Copa Libertadores (1998) e vinte vezes campeão carioca acaba, também, sendo um peso psicológico para seus adversários. Frente a tais situações, quem poderia imaginar um resultado que não fosse de triunfo para o Vasco?
Mas a exemplo de 1950, o imprevisível aconteceu: Vasco 0 x 2 Ceará. O “espírito” do Maracanaço incomodou desta vez, não a seleção, mas a torcida, a crônica carioca e o time vascaíno. O time do nordeste silenciou o maracanã , numa noite inesquecível para a torcida alvinegra, que pôde gritar com voracidade e justiça – O MARACANÃ É NOSSO.
Marcos Antonio Vasco Rodrigues
sábado, 15 de agosto de 2009
Eternamente Futebol
As origens de uma Paixão Mundial
Quem deu o pontapé inicial para a criação do esporte mais popular do planeta azul? Ingleses ou chineses? Quem respondeu:- Os chineses, acertou. A História registra que no ano 200 a.C, na China milenar já se praticava um esporte popular chamado de Tsu Chu,o protótipo do futebol atual. Anos mais tarde, gregos e romanos a partir do Tsu Chu, produziram uma enorme diversidade de jogos com bola. O Episkuros e o Harpastum são dois exemplos. Na maioria desses jogos eram utilizados ou só os pés ou só as mãos. Kemari era uma forma de futebol praticada no século sétimo no Japão. Setecentos anos depois em Florença, na Itália, era disputado o “ Giogo Del Cálcio”, jogo praticado por vinte e sete jogadores e seis árbitros. Era permitido utilizar as mãos e os pés, mais ou menos uma mistura de basquete e futebol. Até o século XII não existia indício de nenhuma variedade de futebol jogado na terra do rei Arthur, a Inglaterra.
O futebol, como se joga atualmente, sistematizou-se nas escolas públicas da Grã- Bretanha ( A Grã- Bretanha é uma ilha, em que ficam localizados alguns países entre eles País de Gales e Inglaterra), onde os alunos jogavam o “Horling”, jogo de bola sem regras definidas. A partir de 1823 uma variante jogada com os pés juntou-se ao Hurling. Em 1863 as duas variantes se divorciaram de forma oficial. O footballRugby se transformou em Rugby e o futebol association sistematizou-se com regras definidas e uniformes.
Com a criação, em 1845, das regras de Cambridge ocorreu a primeira tentativa de regulamentar o futebol. Finalmente em 1863, foi fundada a English Football Association (EFA). A primeira peleja oficial aconteceu em 1872, a Taça da Associação Inglesa. Inglaterra e Escócia disputaram o primeiro jogo entre seleções nacionais.
As Federações nacionais mais antigas registradas pela História são a da Bélgica (1885), da Noruega (1902) e Portugal (1914). Mas, por que o futebol entre todos os esportes praticados, é o que desperta maior paixão? Eis alguns prováveis motivos:a simplicidade das regras, em comparação com os demais esportes , a paixão universal dos povos por cores e símbolos,a possibilidade de ser praticado em qualquer lugar, além de ser um jogo coletivo.
Marcos Antonio Vasco Rodrigues,escreve contos,artigos e crônicas. É Professor de Língua Portuguesa e participa do Programa Espaço Esportivo pela ZYC 460 Rádio Luar do Sertão FM 104,9
Quem deu o pontapé inicial para a criação do esporte mais popular do planeta azul? Ingleses ou chineses? Quem respondeu:- Os chineses, acertou. A História registra que no ano 200 a.C, na China milenar já se praticava um esporte popular chamado de Tsu Chu,o protótipo do futebol atual. Anos mais tarde, gregos e romanos a partir do Tsu Chu, produziram uma enorme diversidade de jogos com bola. O Episkuros e o Harpastum são dois exemplos. Na maioria desses jogos eram utilizados ou só os pés ou só as mãos. Kemari era uma forma de futebol praticada no século sétimo no Japão. Setecentos anos depois em Florença, na Itália, era disputado o “ Giogo Del Cálcio”, jogo praticado por vinte e sete jogadores e seis árbitros. Era permitido utilizar as mãos e os pés, mais ou menos uma mistura de basquete e futebol. Até o século XII não existia indício de nenhuma variedade de futebol jogado na terra do rei Arthur, a Inglaterra.
O futebol, como se joga atualmente, sistematizou-se nas escolas públicas da Grã- Bretanha ( A Grã- Bretanha é uma ilha, em que ficam localizados alguns países entre eles País de Gales e Inglaterra), onde os alunos jogavam o “Horling”, jogo de bola sem regras definidas. A partir de 1823 uma variante jogada com os pés juntou-se ao Hurling. Em 1863 as duas variantes se divorciaram de forma oficial. O footballRugby se transformou em Rugby e o futebol association sistematizou-se com regras definidas e uniformes.
Com a criação, em 1845, das regras de Cambridge ocorreu a primeira tentativa de regulamentar o futebol. Finalmente em 1863, foi fundada a English Football Association (EFA). A primeira peleja oficial aconteceu em 1872, a Taça da Associação Inglesa. Inglaterra e Escócia disputaram o primeiro jogo entre seleções nacionais.
As Federações nacionais mais antigas registradas pela História são a da Bélgica (1885), da Noruega (1902) e Portugal (1914). Mas, por que o futebol entre todos os esportes praticados, é o que desperta maior paixão? Eis alguns prováveis motivos:a simplicidade das regras, em comparação com os demais esportes , a paixão universal dos povos por cores e símbolos,a possibilidade de ser praticado em qualquer lugar, além de ser um jogo coletivo.
Marcos Antonio Vasco Rodrigues,escreve contos,artigos e crônicas. É Professor de Língua Portuguesa e participa do Programa Espaço Esportivo pela ZYC 460 Rádio Luar do Sertão FM 104,9
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Eternamente Futebol
Tempo Verde, Alvinegro e Coral
Bons ventos vindos do Planeta Bola sopraram a favor de Ceará, (série B) Ferroviário (série D), e Icasa (série C), três de nossos representantes no Campeonato Brasileiro. No Castelão, em Fortaleza, o Ceará desbancou o líder Atlético goianiense, vencendo-o de 1x0. Resultado magro, contudo o suficiente para colocar o vovô no G-4, na 3ª colocação. Na verdade, o placar não traduz o domínio do Ceará, principalmente na segunda etapa, em que o alvinegro desperdiçou várias chances de ampliar. A comissão técnica do Dragão saiu cuspindo fogo, colocando a derrota atleticana nos ombros da arbitragem. Na verdade, o Atlético bateu muito e os setes cartões amarelos e um vermelho aplicados pelo árbitro foram justos. Agora, é continuar trabalhando forte para “fincar pé” no G-4 e não descer mais a ladeira. Amanhã, 3ª feira, 11 de agosto, o Vovô encara o Guarani em Campinas. O Bugre vem descendo a ladeira em queda livre. É aproveitar o desespero alviverde e encaixar mais uma vitória, o que seria a 12ª partida invicta. Isto é uma façanha, se levarmos em conta que, recentemente, o time era morador da zona de rebaixamento, e apontado pela maioria como mero figurante.
O time que joga vestido com a camisa que tem a cor da esperança – O Icasa – foi ao alçapão da curuzu e fez bonito: 1x1 com o Paysandu. E está a um passo do Paraíso (2ª divisão). O Verdão mostrou personalidade e trouxe a decisão para Juazeiro. Joga sua próxima partida precisando de um empate de 0x0 ou qualquer resultado de vitória para garantir vaga na Segundona em 2010. Entretanto, nada está garantido. O Paysandu é um time de tradição, de grande torcida e merece todo respeito. Tanto pode dar Icasa como Paysandu.
A famosa frase do Mestre “os últimos serão os primeiros” se cumpriu na vida do Ferrim. O time começou mal o campeonato, perdendo em seu estádio para o Alecrim – 1x0. Perdeu também a segunda em João Pessoa para o Treze – 1x0. Porém, a partir da 3ª rodada, a equipe levantou a cabeça e não tropeçou mais. Na última rodada, decidindo sua classificação, precisava apenas de um empate em Natal contra o Alecrim, O time coral mostrou determinação e ganhou o jogo de 2x1, garantindo a 1ª colocação de seu grupo. Sorte Coral. Aliás, sorte com trabalho. Com o resultado, o time da Barra foge do confronto contra o melhor time da série D, o Central de Pernambuco e pega o Sergipe, equipe teoricamente, inferior ao alvinegro de Caruaru. Assim, suas chances de continuar na competição se ampliam.
O Tricolor de aço “da loira desposada do sol” apesar de fazer uma boa apresentação contra a Ponte Preta em Campinas, não foi “bafejado” pela sorte. Merecia ganhar. Mas cedeu empate no final do jogo – 1x1. Pelo que produziu no segundo tempo foi um resultado amargo e injusto. Mas tudo bem. Terça-feira, contra a Vila Nova em Horizonte a equipe, sem dúvida, conseguirá fazer os gols que perdeu em Campinas e novamente tirará o pé da zona.
Terça-feira é dia de tempo bom, também para o Leão, está escrito no horizonte do céu de Horizonte.
http://eternamentefutebol.blogspot.com/
Bons ventos vindos do Planeta Bola sopraram a favor de Ceará, (série B) Ferroviário (série D), e Icasa (série C), três de nossos representantes no Campeonato Brasileiro. No Castelão, em Fortaleza, o Ceará desbancou o líder Atlético goianiense, vencendo-o de 1x0. Resultado magro, contudo o suficiente para colocar o vovô no G-4, na 3ª colocação. Na verdade, o placar não traduz o domínio do Ceará, principalmente na segunda etapa, em que o alvinegro desperdiçou várias chances de ampliar. A comissão técnica do Dragão saiu cuspindo fogo, colocando a derrota atleticana nos ombros da arbitragem. Na verdade, o Atlético bateu muito e os setes cartões amarelos e um vermelho aplicados pelo árbitro foram justos. Agora, é continuar trabalhando forte para “fincar pé” no G-4 e não descer mais a ladeira. Amanhã, 3ª feira, 11 de agosto, o Vovô encara o Guarani em Campinas. O Bugre vem descendo a ladeira em queda livre. É aproveitar o desespero alviverde e encaixar mais uma vitória, o que seria a 12ª partida invicta. Isto é uma façanha, se levarmos em conta que, recentemente, o time era morador da zona de rebaixamento, e apontado pela maioria como mero figurante.
O time que joga vestido com a camisa que tem a cor da esperança – O Icasa – foi ao alçapão da curuzu e fez bonito: 1x1 com o Paysandu. E está a um passo do Paraíso (2ª divisão). O Verdão mostrou personalidade e trouxe a decisão para Juazeiro. Joga sua próxima partida precisando de um empate de 0x0 ou qualquer resultado de vitória para garantir vaga na Segundona em 2010. Entretanto, nada está garantido. O Paysandu é um time de tradição, de grande torcida e merece todo respeito. Tanto pode dar Icasa como Paysandu.
A famosa frase do Mestre “os últimos serão os primeiros” se cumpriu na vida do Ferrim. O time começou mal o campeonato, perdendo em seu estádio para o Alecrim – 1x0. Perdeu também a segunda em João Pessoa para o Treze – 1x0. Porém, a partir da 3ª rodada, a equipe levantou a cabeça e não tropeçou mais. Na última rodada, decidindo sua classificação, precisava apenas de um empate em Natal contra o Alecrim, O time coral mostrou determinação e ganhou o jogo de 2x1, garantindo a 1ª colocação de seu grupo. Sorte Coral. Aliás, sorte com trabalho. Com o resultado, o time da Barra foge do confronto contra o melhor time da série D, o Central de Pernambuco e pega o Sergipe, equipe teoricamente, inferior ao alvinegro de Caruaru. Assim, suas chances de continuar na competição se ampliam.
O Tricolor de aço “da loira desposada do sol” apesar de fazer uma boa apresentação contra a Ponte Preta em Campinas, não foi “bafejado” pela sorte. Merecia ganhar. Mas cedeu empate no final do jogo – 1x1. Pelo que produziu no segundo tempo foi um resultado amargo e injusto. Mas tudo bem. Terça-feira, contra a Vila Nova em Horizonte a equipe, sem dúvida, conseguirá fazer os gols que perdeu em Campinas e novamente tirará o pé da zona.
Terça-feira é dia de tempo bom, também para o Leão, está escrito no horizonte do céu de Horizonte.
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Marcos Antonio Vasco Rodrigues
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
ETERNAMENTE FUTEBOL
Subindo e descendo a ladeira
São três tombos e dois escorregões. Ou seja, três derrotas e dois empates. Cinco rodadas sem vencer. O índio campineiro desce a ladeira de forma vertiginosa e inesperada. A continuar com este declínio, o Guarani já iniciará sua participação na 17° rodada fora de um dos degraus do G-4.
O alviverde começou a série B arrasador. Nas dez primeiras rodadas ganhou oito jogos e empatou dois. Nenhuma derrota. O que aconteceu com o bugre que não colocou em prática a frase “quem está em pé, tenha cuidado para não cair”?
O fato é que a situação do Guarani é preocupante. Times que começaram mal o Campeonato e ocuparam a ponta de baixo da tabela, sentiram as dores de lá, , ajustaram seus times e encostam perigosamente em um dos quatro degraus. Cito como exemplo o Ceará. Vir de baixo sempre é bom. Chega-se mais fortalecido, traz-se a experiência da caminhada sofrida,por isso mais matreiro para enfrentar novos tombos.
Brasiliense e América começaram a descida do topo antes do Guarani e tentam novamente escalar a ladeira,tarefa bastante difícil e cansativa,mas não há outra alternativa a não ser tentar de novo.
Ademais, o time de Campinas demonstra não ter superado, ainda, o trauma das degolas. Em menos de uma década sofreu sete rebaixamentos. O mais marcante foi o de 2004,quando caiu da série A para a série B. Dois anos depois já era morador da série C.
Caso não recupere o fôlego e as energias, o Bugre deverá contentar-se em permanecer na série B em 2010. Para quem já tem o currículo rico em rebaixamento, já seria bom negócio evitar a oitava degola em menos de dez anos..
Quem já está num dos quatros degraus do G-4 deve tomar o declínio do Guarani como lição. Quem está lá, deve ser como a águia,deve estar sempre atento a tudo o que ocorre abaixo de si .Após o quarto degrau há dezesseis candidatos “espreitando” um dos quatro lugares do pódio.
Que se cuide o Atlético de Goiânia. Certamente ainda experimentará alguns escorregões, embora sua atuação no Campeonato seja diferente da do Guarani. Teve a felicidade de perder logo na terceira rodada, sendo goleado pelo Vasco de 3x0. Ótimo momento para perder. Perder no início é sempre bom.Reveem-se planos, posturas, comportamentos. “O sapato alto” leva um choque de humildade..
A meu ver,o Dragão de Goiânia é um dos fortes candidatos a uma das quatro vagas É um time programado para atacar,fazer gols ,no entanto seu ponto fraco é o sistema de retaguarda. Portanto,se não “vigiar” Pode,como Guarani,América e Brasiliense começar a descer a ladeira... Seu esquadrão será testado mais uma vez no dia 08/08 no Castelão contra o bom time do Ceará no Castelão,em Fortaleza.
O Dragão poderá sofrer um tombo, e quem sabe, iniciar também a via-crúcis de descer a ladeira, porque descer e subir a ladeira parecem ser a tônica da série B neste ano.
São três tombos e dois escorregões. Ou seja, três derrotas e dois empates. Cinco rodadas sem vencer. O índio campineiro desce a ladeira de forma vertiginosa e inesperada. A continuar com este declínio, o Guarani já iniciará sua participação na 17° rodada fora de um dos degraus do G-4.
O alviverde começou a série B arrasador. Nas dez primeiras rodadas ganhou oito jogos e empatou dois. Nenhuma derrota. O que aconteceu com o bugre que não colocou em prática a frase “quem está em pé, tenha cuidado para não cair”?
O fato é que a situação do Guarani é preocupante. Times que começaram mal o Campeonato e ocuparam a ponta de baixo da tabela, sentiram as dores de lá, , ajustaram seus times e encostam perigosamente em um dos quatro degraus. Cito como exemplo o Ceará. Vir de baixo sempre é bom. Chega-se mais fortalecido, traz-se a experiência da caminhada sofrida,por isso mais matreiro para enfrentar novos tombos.
Brasiliense e América começaram a descida do topo antes do Guarani e tentam novamente escalar a ladeira,tarefa bastante difícil e cansativa,mas não há outra alternativa a não ser tentar de novo.
Ademais, o time de Campinas demonstra não ter superado, ainda, o trauma das degolas. Em menos de uma década sofreu sete rebaixamentos. O mais marcante foi o de 2004,quando caiu da série A para a série B. Dois anos depois já era morador da série C.
Caso não recupere o fôlego e as energias, o Bugre deverá contentar-se em permanecer na série B em 2010. Para quem já tem o currículo rico em rebaixamento, já seria bom negócio evitar a oitava degola em menos de dez anos..
Quem já está num dos quatros degraus do G-4 deve tomar o declínio do Guarani como lição. Quem está lá, deve ser como a águia,deve estar sempre atento a tudo o que ocorre abaixo de si .Após o quarto degrau há dezesseis candidatos “espreitando” um dos quatro lugares do pódio.
Que se cuide o Atlético de Goiânia. Certamente ainda experimentará alguns escorregões, embora sua atuação no Campeonato seja diferente da do Guarani. Teve a felicidade de perder logo na terceira rodada, sendo goleado pelo Vasco de 3x0. Ótimo momento para perder. Perder no início é sempre bom.Reveem-se planos, posturas, comportamentos. “O sapato alto” leva um choque de humildade..
A meu ver,o Dragão de Goiânia é um dos fortes candidatos a uma das quatro vagas É um time programado para atacar,fazer gols ,no entanto seu ponto fraco é o sistema de retaguarda. Portanto,se não “vigiar” Pode,como Guarani,América e Brasiliense começar a descer a ladeira... Seu esquadrão será testado mais uma vez no dia 08/08 no Castelão contra o bom time do Ceará no Castelão,em Fortaleza.
O Dragão poderá sofrer um tombo, e quem sabe, iniciar também a via-crúcis de descer a ladeira, porque descer e subir a ladeira parecem ser a tônica da série B neste ano.
Marcos Antonio Vasco Rodrigues
Marcos Antonio Vasco Rodrigues
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Eternamente Futebol
ESPELHO PRETO E BRANCO
A cada partida que realiza o Ceará dá sinais convincentes de que realmente é um dos candidatos a uma das quatro vagas para o acesso à Série a em 2010, embora estejamos ainda na 14° rodada do primeiro turno. Tem um goleiro eficiente, zaga compactada, e um meio campo forte e pegador (três cabeças de área). E o ataque parece estar acertando a pontaria. Wellington Amorim quebrou o jejum e voltou a marcar contra o Ipatinga no Castelão, em mais uma vitória do Ceará. São cinco seguidas. Preto embora seja muito discreto já vinha marcando seus golzinhos aqui e acolá. Possui um atacante que a meu ver, apesar de não ter boa pontaria, é um dos principais responsáveis pelo deslanche alvinegro no Campeonato – Geraldo. A equipe demonstra estar unida dentro e fora de campo. No comando, a experiência e equilíbrio de PC Gusmão.
Tudo isto são características de time vencedor que promete ir bem longe. O crescimento alvinegro não ocorreu por acaso. O time saiu da zona de rebaixamento pra farejar o grupo dos quatro. Tudo indica que o destino do Ceará seria mesmo a Série A em 2010. O momento alvinegro é até mesmo melhor que o do Guarani de Campinas que começou o Campeonato atropelando todo mundo e agora começa a cair vertiginosamente. Pela primeira vez, nas quatorze rodadas disputadas, o Guarani perde a ponta da tabela, caiu pra segunda posição e caso não se cuide, logo, logo, estará fora do G-4. Ou seja, fazendo uma comparação entre os dois, o Ceará cresce e o Guarani diminui.
Quanto ao Fortaleza, o time voltou a entrar em declínio na pontuação e está de volta à zona de rebaixamento ocupando a 17° colocação. Porém não é motivo para pânico, pois em seu próximo jogo no Castelão, contra o Bahia, o Leão terá nova chance de tirar o pé da zona. E certamente voltar à sequência de vitórias. Vale destacar que embora a equipe tenha sofrido duas derrotas seguidas, não fez más apresentações, o que nos dá a esperança de que o time tem condição de reagir.
Vamos ajudar o Tricolor? Como? Indo ao Castelão,sendo solidário nos momentos difíceis incentivado e procurando enxergar o sacrifício da diretoria leonina. Parafraseando o Mestre dos mestres “quem com o Leão não ajunta, espalha”.
Torcemos também pela classificação do Ferroviário. Tomara que consiga ir à próxima fase da Série D. Que o Icasa de Juazeiro possa continuar avançado na Série C. O espelho preto e branco está à vista de todos. Que Fortaleza, Ferroviário e Icasa se espelhem nele.
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Marcos Antonio Vasco Rodrigues-
A cada partida que realiza o Ceará dá sinais convincentes de que realmente é um dos candidatos a uma das quatro vagas para o acesso à Série a em 2010, embora estejamos ainda na 14° rodada do primeiro turno. Tem um goleiro eficiente, zaga compactada, e um meio campo forte e pegador (três cabeças de área). E o ataque parece estar acertando a pontaria. Wellington Amorim quebrou o jejum e voltou a marcar contra o Ipatinga no Castelão, em mais uma vitória do Ceará. São cinco seguidas. Preto embora seja muito discreto já vinha marcando seus golzinhos aqui e acolá. Possui um atacante que a meu ver, apesar de não ter boa pontaria, é um dos principais responsáveis pelo deslanche alvinegro no Campeonato – Geraldo. A equipe demonstra estar unida dentro e fora de campo. No comando, a experiência e equilíbrio de PC Gusmão.
Tudo isto são características de time vencedor que promete ir bem longe. O crescimento alvinegro não ocorreu por acaso. O time saiu da zona de rebaixamento pra farejar o grupo dos quatro. Tudo indica que o destino do Ceará seria mesmo a Série A em 2010. O momento alvinegro é até mesmo melhor que o do Guarani de Campinas que começou o Campeonato atropelando todo mundo e agora começa a cair vertiginosamente. Pela primeira vez, nas quatorze rodadas disputadas, o Guarani perde a ponta da tabela, caiu pra segunda posição e caso não se cuide, logo, logo, estará fora do G-4. Ou seja, fazendo uma comparação entre os dois, o Ceará cresce e o Guarani diminui.
Quanto ao Fortaleza, o time voltou a entrar em declínio na pontuação e está de volta à zona de rebaixamento ocupando a 17° colocação. Porém não é motivo para pânico, pois em seu próximo jogo no Castelão, contra o Bahia, o Leão terá nova chance de tirar o pé da zona. E certamente voltar à sequência de vitórias. Vale destacar que embora a equipe tenha sofrido duas derrotas seguidas, não fez más apresentações, o que nos dá a esperança de que o time tem condição de reagir.
Vamos ajudar o Tricolor? Como? Indo ao Castelão,sendo solidário nos momentos difíceis incentivado e procurando enxergar o sacrifício da diretoria leonina. Parafraseando o Mestre dos mestres “quem com o Leão não ajunta, espalha”.
Torcemos também pela classificação do Ferroviário. Tomara que consiga ir à próxima fase da Série D. Que o Icasa de Juazeiro possa continuar avançado na Série C. O espelho preto e branco está à vista de todos. Que Fortaleza, Ferroviário e Icasa se espelhem nele.
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